Castlevania

By BLA...Bla...Games

Transilvânia, 1691, camponeses vivem em paz e harmonia, desde que o clã  Belmont os livrou do terrível Conde Drácula. Mas o Conde Drácula retorna a cada 100 anos a assolar a terra, trazendo com ele as forças do mal do inferno, caos e sombras e mortos-vivos caminharam na Terra.

O Príncipe das Trevas retornar ao seu lar ancestral, Castlevania e chamou seus capangas para expurgar o mundo de carne humana. Os habitantes da Transilvânia clamam por um herói, um protetor para defendê-los contra as maldades de Drácula.

O herói é Simon Belmont, descendente de uma longa linhagem de caçadores de vampiros. Armado com um chicote que ele chama de Matador de Vampiros (Vampire Killer), embarca numa viagem através das trevas para livrar o mundo do mal absoluto, uma jornada na qual ele lutará com legiões de zumbis, morcegos monstruosos e até mesmo a morte, uma missão que deve terminar com um confronto final entre ele (Simon Belmont)  e o Lorde das Trevas, em Castlevania!

Em 26 de Setembro de 1986 a Konami não fazia ideia do que acabará de nascer, o  game Akumajō Dracula (Castelo Demoníaco do Drácula) lançado para o pouco conhecido Famicom Disk System – numa tentativa de popularizar os jogos em disco para o 8bits da Nintendo – o jogo era uma aventura inovadora que se propunha a colocar o jogar na pele de um exterminador de criaturas demoníacas.

Já em 30 de Setembro de 1986, Akumajō Dracula ganha uma versão para MSX2 intitulado de Vampire Killer, mas sem grande repercussão, não atraí a atenção da mídia especializada, muito menos dos jogadores.

O vampiresco game da Konami só alcançou as glórias do sucesso no ano de 1987, quando desembarca na América com o nome de Castlevania e em formato cartucho para , o então popular, Nintendo Entertainment System (NES).

Depois de ser lançado em cartucho no ocidente, Castlevania ganhou versões e ports nos anos seguintes. São elas:

Haunted Castle, um arcade de 1988, esta versão não possui o mesmo enredo da versão original. É considerada uma versão alternativa e bem aceita atualmente, na época foi pouco apreciado, mesmo sendo lançado no Japão e Europa. Aliás, apenas no Japão,  Haunted Castle teve uma reedição para Playstation 2

Castlevania (DOS – PC), também conhecido como Castlevania IBM, este port para computador ficou bem abaixo das expectativas, gráfico, som e principalmente jogabilidade são ruins, interferindo na diversão.

Castlevania (Amiga), o computador pessoal conseguui ser popular na década de 80 e começo dos anos 90, mas infelizmente Castlevania (Amiga) só consegui ser mais colorido e quase risível, culpa de um Simon Belmont obeso, digo … mal feito. Pelo menos o som é bom.

Castlevania (Commodore 64) – Outro port (versão) mal sucedido de Castllevania, bem como as fracas versões para Amiga e DOS/IBM, deixou a desejar nos gráficos e jogabilidade, mas assim como no Amiga o som é agradável, é possível afirmar que de todas as versões da época é a com melhor qualidade se som. Mérito do poderoso chip de som do Commodore 64

Vs. Castlevania - Também conhecido como Castlevania Versus, esta game é um port para arcade praticamento idêntico a versão original (Nintendo 8 bits). Os gráficos, dificuldade e jogabilidade seguem o mesmo padrão do NES, diferenciando pouca coisa na combinação das cores e melhor qualidade de som (pouco).

É comum a artwork/layout da capa de games desenvolvidos no Japão ser modificada quando lançado no ocidente (América e Europa). Com Castlevania não foi diferente, assim como o nome, a imagem de divulgação foi vezes adaptada para uma linguagem e costume local.

Abaixo as primeiras capas da versão Famicom Disk System, MSX 2 e NES:

  • O primeiro game da série Castlevania recebeu versões para os seguintes sistemas: Family Computer Disk System, Nintendo Entertainment System, Commodore 64, Commodore Amiga, PC MS-DOS, PC Microsoft Windows, Game Boy Advance, AT&T Wireless mMode Network, Virtual Console
  • Nos créditos finais profissionais renomados no cinema, literatura, música, entre outros, são homenageados como diretor, roteirista e músico responsável pelo game. Os mais conhecidos são: Terence Fisher (Trans Fishers), diretor do filme Drácula de 1958 – Bram Stoker (Vram Stoker) escritor do livro Drácula de 1897 – James Bernard (James Banana), compositor da trilha do filme Dracula de 1958.
  • Vampire Killer possui a tecnologia de salvamento do andamento do jogo, Castlevania utilizava passwords.
  • Vampire Killer é também o título japonês de Castlevania: Bloodlines, lançado para o Mega Drive em 1994.
  • Múmia e Medusa são personagens estranhos e incomuns a histórias de vampiro. Não há explicação plausível para a inclusão destes no enredo de Castlevania.
  • O X68000 da Sharp ganhou um port de Akumajō Drácula, com gráficos melhorados, em 1993
  • Super Castlevania IV do SNES é considerado uma versão remontada e ampliada do Castlevania original.

Em 25 anos de história Castlevania consolidou-se como uma das franquias mais lucratoivas e reconhecida do universo gamer.

O primeiro game da série é considerado (ainda hoje) o mais difícil de todos os Castlevanias. E apesar da jogabilidade truncada e gráficos simplórios, pode ser considerado um dos melhores de toda a franquia vampiresca. É público e notório que os gamers que jamais tiveram contato com o jogo sentiram uma enorme dificuldade, e isso é mais que normal, pois Castlevania 1 foi desenvolvido numa época em que os jogos se apoiavam na dificuldade extrema para estender a experiência de jogo.

Se você nunca jogou Akumajō Dracula/Vampire Killer/Castlevania, experimente e descubra como tudo começou. Não espere mais 25 anos.


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